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Turismo em Iguaba

 A cidade é conhecida por abrigar a maior laguna de água salgada da América Latina.  Com cerca de 200 km de extensão, o local tem águas tranquilas e é ideal para a prática de esportes náuticos, e passeios de Jet-ski. Mas as belezas naturais do município, situada na Região Costa do Sol, a 125 km do Rio de Janeiro, não ficam apenas por conta da laguna. Os amantes de uma boa trilha e da natureza não pode deixar de visitar a Serra de Sapeatiba, localizada entre as cidades de São Pedro da Aldeia e Iguaba Grande, ocupa mais de 600 km e atinge cerca de 350 metros de altitude, perfeito para quem adora se aventurar, praticar esportes radicais, e observar a natureza. O território é uma das poucas áreas de preservação ambiental (APA), e está sob a supervisão do INEA, sendo parte integrante da Parque Estadual da Costa do Sol (Pecs).

O principal cartão postal da cidade fica por conta das “Palmeiras Imperiais”, que provavelmente foram plantadas por escravos e moradores da região. Localizadas na praia central de Iguaba Grande, as palmeiras centenárias dão um toque de charme e elegância ao município.

Mas nem só de beleza natural vive um bom turismo, e apesar das belezas naturais serem fortes aliadas no turismo iguabense, o foco do atual governo municipal é resgatar a história cultural de Iguaba, que é riquíssima em detalhes que foram esquecidos ao longo dos anos. 

Um pouco desta história é contada todo mês nos Circuitos do ‘’Arrastão da Pedra’’ e ‘’Estrada da Capivara’’, em passeios que levam, em média, sete horas. Os visitantes descobrem a história da Estrada de Ferro Maricá, e caminham pela Rota dos Tropeiros, e dos Armazéns antigos. O passeio conta ainda com uma bela exposição de objetos que narram a história dos povos indígenas e da escravidão.

Um bom exemplo de cultura local que precisa ser resgatado é a Ilha de Santa Rita, que é cercada por ritos e mitos que merecem mais atenção de quem está visitando o local.

Por falar em cultura, como esquecer da Casa de Cultura, que um dia foi frequentada por Coronéis e hoje abriga a arte da cidade? O espaço foi fundado em 2006, e em breve vai oferecer cursos de música, teatro, capoeira, e dança de salão para crianças de baixa renda. 

Outro exemplo de cultura forte e esquecida é a Capela, que foi construída em estilo colonial, em 1761, pelo padre jesuíta Francisco Borges com a ajuda dos índios. Foram empregados materiais como pedras, argamassa de barro, conchas trituradas e óleo de baleia. Em seu interior encontram-se vitrais e pinturas clássicas. O conjunto arquitetônico formado pela Capela, casa paroquial e coreto foram tombados pelo INEPAC em 1979. No final da década de 80, a casa paroquial e o coreto foram demolidos irregularmente e restou somente a Capela.

De acordo com a Secretaria de Turismo, o conselho municipal de turismo está sendo implementado para criar um fundo municipal, e elaborar ações de turismo de qualidade, com foco, tanto em turismo sol e praia, quanto em turismo cultural. O calendário para o próximo ano já está pronto e será divulgado no final de novembro. Mas os moradores já podem se preparar, pois os eventos esportivos estarão de volta em janeiro, e os shows nas ruas são aposta fortes para atrair mais turistas e movimentar a economia local, e acabar com a sazonalidade.

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