Dia: 23 de outubro de 2018

Atenção, Condutor!

A fim de viabilizar uma melhor fluidez no trânsito de nossa cidade, veículos estacionados de forma irregular estão sujeitos à remoção para depósito (guincho).

Portanto, pedimos a colaboração de todos para que as vias públicas possam ser utilizadas de forma mais consciente, proporcionando mais segurança aos usuários.

Nesta semana a ação terá início com o reboque de veículos abandonados.

Trânsito seguro é você quem faz!

 

 

 

Alunos da Escola M. Alice Canellas distribuem cestas básicas para o CRAS Cidade Nova I

 Foram 65 cestas arrecadadas pelos alunos durante a Olimpíada da Matemática

Na Escola Municipal Alice Canellas da Silveira, no bairro São Miguel, outubro foi o mês de Olimpíada da Matemática. Durante as atividades, os alunos arrecadaram alimentos que foram destinados ao Centro de Referência de Assistência Social Adilson Lessa – CRAS Cidade Nova I, nesta segunda-feira, dia 22. Alunos e professores, juntamente com o Diretor Tunico Brasil fizeram a entrega pessoalmente das 65 cestas básicas ao CRAS.

Segundo o Diretor, essa iniciativa tem o objetivo de contribuir com o município e para ele vai marcar a vida dos alunos por estarem ajudando outras pessoas. “Ações como essa, geram nos alunos a conscientização. Porque, além de ser um projeto que a escola desenvolve todos os anos, faz os nossos alunos entenderem que não só é um projeto que envolve educação, mas, também alcança a parte social”, declarou Tunico Brasil.

O CRAS Cidade Nova atende mais de duas mil famílias e a distribuição das cestas será dividida entre a Unidade, o CRAS Vila Nova e o CREAS – Centro de Referência Especializado da Assistência Social. As famílias cadastradas passam por uma análise com profissionais para que possam ser beneficiadas com a cesta. “Nós temos alunos da Escola Alice Canellas que são atendidos aqui no CRAS. Com certeza essa doação vai ajudar muito, atendendo essas famílias”, completou a Coordenadora do CRAS Cidade Nova, Hellen Tavares.

 

Texto e fotos: Lívia Lisle

Crianças do CRAS Cidade Nova I participam da 1ª Ciranda Literária

Pinturas e artesanatos foram feitos pelos alunos

O Centro de Referência da Assistência Social no bairro Cidade Nova – CRAS I Adilson Lessa, realizou, na tarde de ontem, 22, o I Projeto de Convivência Ciranda Literária com músicas, contos, fantoches e peças teatrais apresentados pelos alunos.

A Ciranda Literária vem sendo trabalhada com a finalidade de mostrar à criança a importância do livro e da cultura. “Diferente da escola, que eles aprendem as disciplinas, aqui eles aprendem a cidadania, a viver em comunidade. Nós plantamos as sementes e colhemos em eventos como esse, porque tudo que é realizado é feito por eles”, disse a Coordenadora do CRAS, Hellen Tavares.

Os trabalhos, como pinturas e artesanato, foram expostos nas salas. Todas as temáticas foram montadas pelas orientadoras sociais direcionando o projeto para cada faixa etária. No CRAS Cidade Nova I, as crianças ficam no contra turno escolar participando das atividades do projeto. “As crianças que estão aqui no Centro de Convivência são das famílias que nós atendemos. Nós fazemos deste serviço mais um braço para atender melhor essa família”, concluiu a Coordenadora.

 

Texto e foto: Lívia Lisle

Vernissage de “Portais da História” encanta visitantes com mistura de artes

Exposição está aberta para visitantes, até 19 de novembro

Na sexta, 19, o Salão de Artes Zé Trindade recebeu a exposição Portais da História do artista, Dawson Nascimento, realizado pelo Instituto Histórico, Geográfico e Ambiental de Iguaba Grande (IHGAIG), com o apoio da Prefeitura de Iguaba Grande. O evento reuniu artistas e admiradores das artes. Dawson, também, apresentou um repertório musical, com os músicos Jacieno Mendonça, baixista e Felipe Castro, guitarrista. Além, do amigo, Tião do Violão, que cantou “Vida na Roça” música de sua autoria.

Para o presidente do IHGAIG, Elias Marinho é um presente, que o artista está trazendo para o município: “Tivemos a iniciativa de trazer a exposição “Portais da História” de Dawson Nascimento, porque nos chamou atenção o trabalho diferenciado, que o artista apresenta no entalhe. E com o apoio da Secretaria de Cultura e da Prefeitura Municipal de Iguaba Grande conseguimos realizar”, concluiu o presidente.

O artista trabalha há 20 anos nesse projeto. Em 84 conheceu Ouro Preto, em Minas Gerais e integrou uma equipe do patrimônio Histórico de restauração do IPHAN, em capelas da região e hoje faz entalhos. Com cerca de 30 portas, em seu acervo; cada porta, leva em média, duas semanas, para serem finalizadas: “Eu tenho esse trabalho de pesquisa histórica, no qual procuro associar à arte, e nesse caso apresento a arquitetura colonial brasileira imperial de Minas Gerais e da arquitetura do Norte Fluminense”, informou Dawson.

Dawson, que também é músico, herdou a arte de seus avôs: “Lá em casa, somos uma família de músicos, meus avôs eram músicos, meu pai e meus irmãos, também. A arte foi brotando, em paralelo. Iniciei com modelagem em barro, quando era criança, e nos anos 80 comecei a trabalhar profissionalmente, com quadros. Eu não vivo de música, mas não vivo sem música”, completou.

Sandra Portto, curadora da exposição, também é artista plástica e conheceu Dawson em uma exposição, em Rio Bonito: “As obras dele são maravilhosas, este cara faz um trabalho emocionante”, elogiou Sandra.

O artista está estudando, junto com o Subsecretário de Educação e Cultura, João Gabriel Cortez a possibilidade de oferecer uma oficina gratuita de experimentação, mostrando como funciona o processo de criação e a técnica utilizada por Dawson. Segundo o subsecretário, a ideia surgiu do artista: “Ele se disponibilizou a vir alguns dias, durante o período da exposição, para ensinar o ofício do entalhe, com as técnicas dele, para as crianças da escola. E fiz um convite, o qual ele aceitou, para fazermos os portais da história de Iguaba Grande. A ideia é a gente retratar, desde o período dos índios, os donos da terra, passando pela chegada dos portugueses, pela construção da Capela Nossa Senhora da Conceição, pelos primeiros povoados, pela emancipação política até os dias de hoje”, revelou João Gabriel.

 

 

 

 

A apresentação do Coral Neller Madureira, que recebeu este nome, em homenagem a regente fundadora do grupo, mais conhecido, como Coral do CRI (Centro de Referência do Idoso), apresentou duas músicas, que emocionou e envolveu todos os presentes: “A escolha das músicas foi feita, porque trazem magia e reflexão; além do clamor pela paz. A música “Pra Cima Brasil” virou um hit, em Caxambu, quando nos apresentamos no encontro, que reuniu 51 Corais. O Coral, hoje, é muito mais do que entretenimento, é formador de opinião”, explanou Cláudio Santana, maestro.

Texto e fotos: Andréa Morais